15 de fevereiro de 2013

Em Nísia Floresta, Rosalba Ciarlini participa de homenagem aos 50 anos da Campanha da Fraternidade

Campanha da Fraternidade Nisia Floresta fot Ivanizio Ramos 4

O município de Nísia Floresta foi palco na tarde e início da noite desta quinta-feira (14) das comemorações em torno dos 50 anos da Campanha da Fraternidade, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A governadora Rosalba Ciarlini acompanhou de perto as celebrações na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó, passando pela Casa Rainha dos Apóstolos, onde residiram as irmãs missionárias, reconhecidas como primeiras vigárias do mundo a coordenar uma paróquia. O encerramento ocorreu na igreja da comunidade rural Timbó, onde foi realizada a primeira experiência da Campanha da Fraternidade, em 1963, por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, falecido em julho do ano passado.

A chefe do Executivo Estadual esteve acompanhada do Secretário Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Leonardo Steiner, do Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, da prefeita de Nísia Floresta, Camila Maciel, do bispo de Mossoró, Dom Mariano Manzana, do Padre Ivanoff Pereira, administrador diocesano de Caicó, e de bispos do Nordeste e outros estados brasileiros.

Durante as celebrações, a governadora enfatizou a importância da data para a Igreja Católica. “É um momento de festa, de alegria e de emoção reviver uma história de 50 anos, quando as irmãs missionárias, sob a orientação de Dom Eugênio de Araújo Sales, lançaram as sementes da Campanha da Fraternidade. Foi aqui que tudo começou, esse sentimento de partilha, de comunhão, de evangelizar, de ao mesmo tempo ajudar uns aos outros. A Campanha da Fraternidade hoje é uma referência para o mundo, que começou aqui em Nísia Floresta, graças à iluminação de Dom Eugênio”, obsevou a governadora.

Dom Leonardo Steiner falou ao público que “nós estamos aqui para dar uma palavra de gratidão. Aqui foi o início e vejam que sempre conservamos a busca de viver o evangelho, a partilha e sermos uma comunidade de fé. Esses três elementos estiveram na história da Campanha da Fraternidade até hoje, acrescidos de alguns outros. Entretanto, esses nos ajudaram muito a construir uma sociedade brasileira mais justa e mais consciente”, concluiu.

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