13 de fevereiro de 2013

Futuro papa precisa receber dois terços dos votos

Com a renúncia ou morte de um papa, os cardeais são convocados para o conclave - que deve começar em no máximo 20 dias, talvez menos. Esse é o tempo necessário para os preparativos e para chegada dos cardeais dos quatro cantos do mundo.

Durante esse período, eles participam de reuniões espirituais e rezam. O repórter Edney Silvestre mostra os detalhes da escolha de um novo papa.

Dos 209 cardeais, 118 hoje podem votar porque têm menos de 80 anos. O conclave é realizado na Capela Sistina. Quem olha da Praça De São Pedro, ela fica atrás da basílica.
No momento da escolha, só quem vota fica lá dentro e trancado. Daí o nome conclave - com chave. Cada um escreve em uma cédula o nome de quem escolheu.

Os cardeais não podem votar em si próprios e precisam mudar a letra para manter o sigilo do voto. A urna de bronze onde os votos são depositados fica diante de um altar. O futuro papa precisa receber dois terços dos votos. As cédulas são queimadas. Enquanto não há um consenso, uma substância faz a fumaça sair preta.

Se os dois terços não forem atingidos em 34 votações, aí passam a disputar somente os dois cardeais mais votados.
Quando a escolha finalmente ocorre, o cardeal mais antigo pergunta ao cardeal mais votado se ele aceita o cargo. Ao responder ‘aceito’, o cardeal passa a ser o novo papa. E diz por qual nome passará a ser chamado. Só então, graças a uma substância, a fumaça que sai na chaminé é branca.

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